De fracassado a auditor: vencendo a depressão e trilhando o caminho do sucesso
A história real de Lucivando Coriolano, que passou mais de um ano preso a delírios numa cama, ouviu da própria mãe que estava "inutilizado pelo resto da vida" e, crise após crise, reconstruiu tudo até se tornar contador e auditor público. Segredos guardados a sete chaves por 10 anos de escrita.
Um capítulo de amostra de cada fase da história, na ordem do livro: da perda que deu início a tudo até o dia em que o autor foi aplaudido de pé. Clique para abrir.
Por que um auditor público decidiu contar, em detalhes, os anos em que perdeu o contato com a realidade.
DIÁRIO DE UM LOUCO: De fracassado a auditor - Vencendo a depressão e trilhando o caminho do Sucesso é mais que um livro autobiográfico, é uma narrativa de quem conheceu os horrores da depressão. Aqui narrarei desde a infância até os dias de hoje. O intuito da escrita deste livro é esclarecer melhor e desmistificar preconceitos com essa doença que, na verdade, é uma doença como outra qualquer, por exemplo, pressão alta, diabetes etc.
O outro objetivo é que escrevendo faço autoanálise de minha vida, trajetória e autoterapia, já que, embora tenha alcançado sucessivos fracassos e sucessos na minha vida, ainda assim convivo em conflito comigo mesmo. É uma luta do inconsciente com o consciente que travo dia a dia. Detalharei tudo nessa obra.
Demorou cerca de dois anos para decidir escrever essas primeiras linhas. Resisti muito por ter medo de que as pessoas que me conhecem descubram essa minha enfermidade. Aliás, parece-me que o preconceito tem diminuído ao longo dos anos. Não sei qual a razão. O que eu sei é que diversos artistas já relataram em algum momento da vida terem sofrido esse mal. Hoje levo uma vida normal. Trabalho, estudo, vou a shoppings, praias, viajo, dou aulas particulares.
Era uma noite de sexta-feira quando minha irmã (que muito contribuiu para que saísse “dessa barra”) me estimulasse a ir em frente com esse propósito!!! ( Escrever esse livro!!! ) Outra pessoa que me incentivou foi a Psicóloga Goretti Limma e recentemente a minha médica psiquiatra Dra. Bernadete concordou que escrever faz bem e é uma terapia. Lembro de um fato que em 2006 eu fazia desenhos e escrevia (não lembro o que) e falava meus traumas e delírios. Minha mãe mesmo sem ter tanto estudo me estimulava a escrever e desenhar.
Não sei se esse livro vai chegar até você, mas, enfim, vou escrevê-lo. Certamente alguém há de lê-lo um dia. Tenho certeza que você se surpreenderá com a vida de uma pessoa que passou um ano e dois meses numa cama delirando, com alucinações, que sumia na pequena cidade de Ouricuri e ficava nas praças vagando de local em local na cidade. Na ocasião, eu me questionava por que ninguém da minha família vinha me buscar, pois “na minha cabeça” eu estava sendo filmado no mundo inteiro. Achava que todos sabiam onde eu estava. Cheguei a pensar ser um anticristo na terra (o mal que destruiria o planeta) e o legitimo sucessor de Osama Bin Laden, afinal de contas o Presidente americano Jorge Bush queria “a minha cabeça”. Diversos fatos. Por mais incrível vocês pensem nessa paranoia que embarquei será impossível relatar o que passei e passei muito mais do que um livro possa relatar. Mas, espero contribuir para se não erradicar, pelo menos diminuir o preconceito e ajudar a sociedade que se interessa pelo tema DEPRESSÃO. Fatos marcantes aconteceram e procurarei resumir com objetividade o meu drama.
Lembro-me muito bem que em 2006 cheguei a pensar que fui o responsável por derrubar o avião da TAM e matar dezenas de passageiros. Toda essa paranoia foi vencida com muita fé em Deus e ajuda moral, psicológica e financeira da minha mãe. Financeira por que em 2007 fui internado no bairro nobre de casa forte em Recife por que sete dias custando uma quantia significativa. Muitos podem afirmar que sai dessa por que dispunha de recursos financeiros. Desculpem-me, mas, não creio totalmente nisso. Existe algo de espiritual e a crença em Deus é fundamental no processo de cura. Vocês acham que foi fácil ouvir em 2004 de sua própria mãe a seguinte frase: Esse aí está inutilizado pelo resto da vida! Ah como Deus tem sido bom comigo! Passei em três seleções de vestibular em universidade pública, reatei o curso que abandonei (contabilidade) e fiz concurso para contador da Prefeitura de Ipojuca (cidade da grande Recife), casei com uma mulher cuja vida também merece um livro, mobiliei meu apartamento, comprei um carro seminovo, tirei habilitação (aos 21 anos andava de carro sem habilitação, embriagado e causando confusões por onde passava), comprei um terreno na praia quitando em um ano através de uma disciplina financeira e ainda este imóvel valorizou mais de 50% em 2 anos e acabo de fechar a compra de um apartamento.
Mas, esse é o resumo dos resumos, afinal se passaram mais 15 anos após a primeira crise. Crise em 2004, 2006, 2007 e 2011 e outra recentemente em 2019 apresentando quadro de início de depressão e ansiedade, o qual estive sete dias afastados do trabalho e voltei ao normal. Por tudo que eu já passei eu saberia que venceria mais esse desafio mental. Convém esclarecer que psicólogos e psiquiatras são muito bons em falar do dilema da depressão, mas a maioria não passou pelo problema e não mais real do que alguém que sentiu na pele ter autoridade para falar sobre o assunto. Para vocês terem uma ideia eu contabilizei mais de 10 psicólogos e inúmeros psiquiatras que tentaram me curar no sertão de Pernambuco em meados do ano de 2004 e 2005 na cidade de Ouricuri estado de Pernambuco. Não desmereço o trabalho de nenhum, mas escutava de familiares a frase que guardo até hoje e creio nisso: Tudo no tempo de Deus! Referiam-se não somente a minha melhora mental, mas também as conquistas pessoais. Tempo esse que envolve autoconhecimento de si próprio, provações que são necessárias para nos tornarem mais fortes. Mas, foi em Recife-PE que iniciou toda minha cura.
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A infância no sertão de Ouricuri, a chegada a Recife e a perda que mudou tudo.
Capítulos 1 a 7Está se aproximando a raiz do problema maior: O desenvolver de uma depressão profunda!
Viajei para Ouricuri. Meu pai, que sempre participou de política, foi vereador, desta vez apoiou um amigo para vereador. Meu pai conseguiu elegê-lo. Numa manhã de sábado, eu perguntei à minha mãe onde estava meu pai. Ela respondeu que tinha ido para Santa Cruz da Venerada, que era um distrito de Ouricuri-PE que passou a ser cidade. Um dos que lutou pela emancipação de Santa Cruz foi meu pai. Aí estava no jardim da minha casa eu e meu irmão do meio quando um homem disse que um fusca colidiu com um ônibus e um homem morreu carbonizado! Isso mesmo eu carreguei esse trauma por anos! (mais de uma década). Como estava minha cabeça ao saber que meu ídolo, herói agonizou nas chamas? Minha mãe dopava-se com remédios. Passados 24anos (em 2026 faz 30 anos) e hoje minha mãe prestes a completar 82 anos em 2026 não superou a perda do meu pai. Quando nós chamamos para sair para alguma comemoração como aniversário, a mesma não sai de casa isolando-se numa cozinha, bebendo, relembrando e remoendo o passado. Não chorei no dia do enterro. Não queria mostrar-se fraco para ninguém, mas quando entrei no banheiro caí em lágrimas e lavando o rosto. Depois segui de volta para Recife com uma prima. Fomos para o apartamento de sua amiga. Passados meses, minha mãe, que não sabia administrar nada de conta em banco, nada de dinheiro, pois era dona de casa. Tudo era com meu pai. Ela conseguiu uma pensão do INSS. Meu pai deixou seguro de vida para todos nós. Em momento oportuno comentarei que torramos o seguro de vida. Eu, minha irmã e meus três irmãos. A família estava indo a ruína. Só se aproveitou do dinheiro do seguro a parte de minha mãe. Ela veio embora para Recife e fomos morar em outro apartamento na Avenida Manoel Borba, alugado. Em seguida por cerca de 50 mil reais (valores de 1997) ela comprou um apartamento nos aflitos.
Se você caro leitor me permite farei agora alternância entre tempos: Ora passado, ora presente, ora futuro. Comecei a escrever esse livro dia 17 de outubro de 2016 e dia 19 de outubro de 2019 conversei com a amiga da minha prima. Percebam que nesta obra preferi preservar os nomes das pessoas que participaram da minha vida.. Na rápida conversa no facebook, eu disse que hoje estou casado e ela disse que queria conhecer a nora (minha esposa). Isso mesmo, ela me considera como um filho. No pior momento da minha vida ela me acolheu em sua casa. E olhe que ela não tinha boas relações com meu tio(Tiveram um relacionamento extra conjugal).
Certa vez li do escritor Lair ribeiro que a gratidão é algo sublime e é mesmo. Hoje agradeço o carro que tenho, os amigos que tenho, a família, o trabalho (que às vezes reclamo), a mobília. Repito muitas vezes para mim mesmo: “eu sou um vencedor”, obrigado meu Deus!!!
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As crises de 2004 e 2006, os delírios e o que a ciência diz sobre depressão e esquizofrenia.
Capítulos 8 a 13Esse capítulo é um capítulo atual escrito hoje dia 08 de julho de 2019, mas ainda relatarei as depressões seguintes do ano de 2007 e 2011, assim como meu momento atual. Como foi dito antes, escrevo mais para dissipar meus pensamentos. Uns buscam sobrevivência, outras felicidades, outros sucessos. Penso que devo ficar conectado aqui na terra, no mundo real e parar de sonhar demais. Ah, como eu queria ser “normal” e não ter depressão!!! Escrevo bastante porque me faz bem, mas tenho medo do preconceito das pessoas. Eu sei o que passei. Desculpem-me desapontar! Comecei escrevendo com tanto bom humor, certa dose de superação. Vocês podem até achar meio bipolar. Às vezes estou para cima, às vezes estou para baixo. Essa coisa de sucesso é muito abstrata. Sucesso talvez se encaixasse para quem tem depressão como eu é viver bem consigo mesmo e de bem com a vida. Mas, nem sempre é assim, há uma instabilidade muito grande. Eu preferiria ser um estudante de 18 anos sem depressão e sem diabetes. Sim, essa diabetes vocês não sabiam. Meu primo farmacêutico me advertiu que se eu não praticasse atividades físicas eu ia adquirir diabetes. Por beber muito refrigerante para não beber bebida alcoólica fiquei diabético. Antes da depressão de 2004 com 1,84m eu estava com 84 quilos e hoje (08/07/2019) 123 quilos, agora em 2026 116 quilos.. Eu vinha no carro do trabalho quando coloquei o celular no viva voz e falei com um amigo de longa data da área jurídica. Na ocasião eu falava da burocracia do nosso país. Desapontado, pois estava tentando um financiamento imobiliário. Mas, o financiamento e compra do imóvel acabou saindo. Como sou muito sincero e espontâneo eu falei: Não gosto de burocracia! Escolhi contabilidade como o curso errado e vou carregar essa cruz para o resto da vida!!! O mesmo afirmou:
-Que é isso meu amigo!!! Você está formado e muitos queriam estar no seu lugar!
Que lugar é esse? O cargo? A minha história?
Se você caro leitor conhece parte da minha história e ainda muito que está por vir, você pode me achar um vencedor. Mas, se for essa vitória que você queria ter, o meu passado, as minhas dores, lutas, tenho certeza que você não vai querer estar no meu lugar. O bom da vida é ser saudável. Corpo san, mente san. Resta-me aceitar como eu sou, nada posso mudar, apenas conviver. Preciso viver mais o presente e eu vivo, mas às vezes eu estou “ no futuro”.
Mesmo não frequentando igrejas, eu sempre pedi muito a Deus para sair daquela situação. Deus tem sido bom comigo, além de ter me livrado do suicídio, da depressão (controlável hoje), me deu fé e iniciativa para passar em 3 vestibulares, se formado, segundo lugar para professor de um concurso federal, aprovação em concurso público, esposa adorável, filha linda, bons amigos, passeios turisticos e uma vida financeira razoável.
A grande mentira é que a vida não é uma linha reta. Não existe felicidade no conceito absoluto. Não existe sucesso absoluto. A vida é feita de fases. Tudo é construído a cada dia: Sucesso e felicidade. Em meados de 1998 li um livro intitulado de: “O sucesso não ocorre por acaso”, cujo autor é o médico Cardiologista Lair Ribeiro. É verdade. Tudo tem que ocorrer para nos ensinar. Ensinar a ser uma pessoa melhor. Permitam-me um desabafo: Fui vítima de uma armadilha no passado. A armadilha de querer ficar rico depressa. Querer se formar logo. Tudo é no seu tempo. Como se diz: O apressado come cru. Riqueza também não é algo absoluto. É relativo. Sabendo um pouco minha história eu pergunto caro leitor: Eu sou Rico? O que é riqueza para você?
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Pandemia, procrastinação, fé e as ferramentas mentais que ajudaram na reconstrução.
Capítulos 14 a 25O poder da visualização é importante, mas deve ser seguido de ações. Sonhas em ser médico? Visualize fazendo cirurgias e aja, aja. Estude, estude. Você pode até não conseguir, mas é melhor tentar do que a inércia. A inércia acompanhada de visualização de sonhar sem ação é péssima, pode trazer depressão. Lembro-me muito bem andando de ônibus com minha esposa e ao olhar pelo lado direito vi um carro numa concessionária. Disse para ela: Um dia vou comprar um carro desses. Seis meses depois, nossas economias foram capazes de comprar um carro, mesmo que usado. Não importa o tamanho do seu sonho. É seu sonho!!! Posso contar um desejo impossível? Uma viagem, que viagem!!! Cantar!!! . Sim, acho fantástico trazer alegrias para o público, mas esquece. Minha voz não é muito boa. Embora, existem sonhos que se concretizados podem não trazer realizações. Como por exemplo, nos tempos de faculdade sonhar em ser contador de grandes empresas. Sonhar e acertar na escolha tornando realidade, o seu MINDSET, a sua paixão, essa sim é sensacional. Se não há tanta utilidade no serviço público, quem sabe se concretize o poder de visualizar a palestra desse livro? Depende de mim, depende do sabor da leitura do público alvo desse livro. Não importa, eu visualizo, eu sonho, eu realizarei. Mas, o que importa é que escreverei para sempre porque estou descobrindo essa nova forma de combate a depressão. O que seria de nós se não fossem os problemas? Como conforme o Dr. Lair Ribeiro, o único lugar em que não há problemas é no cemitério. A vida tem altos e baixos. Não há vida perfeita, não há profissão perfeita, não há felicidade absoluta. Não há sucesso pleno. O sucesso é hoje aqui e agora. O resto é utopia. Perfeito somente Deus. Sonhe, viva e realize. Na verdade, se o inconsciente tenta te enganar ele usa armas. Use as suas, lute, lute, lute. Mas, jamais deixe que “essa porra” te derrube. Coragem!!! Coragem!!! Coragem!!! Deus te deu a chance de viver. Não desperdice. Descubra suas ferramentas para vencer essa praga. Mas, para isso você tem que tentar!!!
Lembrei-me agora do comediante Winderson Nunes. Você pode perguntar-se o que tem a ver comigo? Humor e depressão. Às vezes sou humorado e pode nem parecer que não sofro desse mal. Quem diria um comediante sofrer disso? Quem diria que o padre Marcelo Rossi foi também uma vítima? É por isso que eu disse que lá atrás eu queria trocar de cérebro. Mas, não qualquer um. De políticos inescrupulosos jamais. Uma mente boa, saudável e normal. Não precisa ser de alguém que revolucionaria o mundo. Mas, enquanto isso eu sigo. Antes de ontem eu fiz caminhadas. Também é uma arma para combater. Sim, é verdade que às vezes autossaboto. A sensação que tive ao caminhar é olhar para o horizonte e perceber que preciso caminhar. Se quisermos algo, temos que olhar para frente e seguir nossa caminhada. Não sei se percebem sou bom em planejar, mas péssimo em execução. Reconhecer nossas falhas é bom para nossas melhorias. Termino esse capítulo perguntando para vocês: Se você estivesse no meu lugar teria coragem de publicar esses relatos?
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A mãe guerreira, a morte do irmão e o autismo da filha.
Capítulos 26 a 30Amigos!!! Hoje dia 06 de março de 2022 volta a estas escritas. O que faz alguém levantar às 4h20 da manhã num domingo e escrever? Percebem que tamanho é meu nível de ansiedade!!! Pensamentos, pensamentos! Ah como sou grato a grande amiga Dra. Goretti Lima, terapeuta e amiga. Conforme o escritor Augusto Cury, será que sofro da síndrome do pensamento acelerado? Não sei. Bem, mas o que quero relatar aqui é o que sugere o título acima. De fato, foi meu pai o precursor da minha formação intelectual e como cidadão. Um ser humano elevado do ponto de vista de formação intelectual e vencedor de batalhas. Lembram das entrelinhas lá atrás desse livro? Lembram quando ele me apresentou para os amigos que eu seria doutor? Lembram dos gibis que ele derramou num leito de hospital para que eu lesse? A verdade é que não posso e jamais vou tirar o mérito de outro ser humano elevadíssimo: Dona Iracilda, a minha mãe. Foi esta que apostou em mim. Foi esta que me deu o diploma de bacharel em ciências contábeis. Foi esta que cumpriu a profecia de meu pai. Ah! Não posso jamais deixar de ser justo e dar o devido mérito a minha adorada mãe. Que sorte eu tive, hein! Um percussor e uma guerreira. Quem tem uma mãe dessa tem tudo na vida não é verdade? Lembro-me de muitas coisas e quer saber eu pensava em deixar o registro do livro para a família, mas agora tô decidido a publicar. Pouco me importa o que vão pensar. Medo do sucesso, medo da crítica. Quem controla o pensamento alheio? Nem precisa responder. Eu me formei em setembro de 2010. Tiraram fotos. Mas, minha mãe deu tanto valor ao evento que sente falta das fotos que determinada empresa em Recife tirou e nunca fui buscar. Na ocasião, para mim isso era irrelevante o fato de se formar. Mas, para mim, é importante estar trabalhando. Tudo no devido tempo. Quem sabe esse livro seria um orgulho para minha mãe na vida no tempo em que vive o sofrimento que relatarei em um capítulo específico? A trágica morte de meu irmão.
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Serviço público, sala de aula, o doutorado em Buenos Aires e a decisão de largar a bebida.
Capítulos 31 a 42Nunca escrevi aqui que apesar de ser esquizofrênico abusei de bebidas. Seja numa quarta feira, seja no final de semana. Pelo menos nunca misturei remédio e bebidas. Totalmente desaconselhável. A bebida pode desencadear a depressão e os transtornos. A verdade é que vivemos em busca do nosso prazer momentâneo. Não vale a pena. A vida é muito mais do que isso. O fato é que entrei em depressão em 2004, 2006, 2007, 2012 e recentemente como eu havia colocado, acho que 2019. A bebida estava presente. Resolvi largar definitivamente.
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O dia em que o Sebrae-PE aplaudiu o autor de pé.
Capítulos 52 em diante57 capítulos curtos organizados em 7 partes.
Contador, auditor público e doutorando em Ciências Empresariais e Sociais na Argentina. Ao longo de anos enfrentando crises de depressão e ansiedade, transformou sua trajetória em um relato autobiográfico para desmistificar a doença e mostrar que é possível reconstruir a vida.
Leia a história inteira, do primeiro capítulo ao último, no seu celular, tablet ou computador.
Vencendo a depressão e trilhando o caminho do sucesso
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